{"id":2534,"date":"2014-02-24T14:54:43","date_gmt":"2014-02-24T14:54:43","guid":{"rendered":"http:\/\/icaro.med.br\/artigos\/?p=2534"},"modified":"2025-06-30T15:56:18","modified_gmt":"2025-06-30T18:56:18","slug":"research-condemning-vitamin-supplements-has-several-flaws","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/icaro.med.br\/en\/research-condemning-vitamin-supplements-has-several-flaws\/","title":{"rendered":"Research condemning vitamin supplements has several flaws"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Pesquisas condenam suplementos vitam\u00ednicos, mas apontam falhas metodol\u00f3gicas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por Blake Gossard, Kira Schmid, ND, Lucas Hube, ND, MBA, Steven V. Joyal, MD.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Life Extension Foundation<br>Traduzido por: <a href=\"https:\/\/essentia.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Essentia Pharma<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cCom graves erros metodol\u00f3gicos, duas publica\u00e7\u00f5es e um editorial da edi\u00e7\u00e3o de 17 de dezembro da revista <em>Annals of Internal Medicine<\/em> tentaram colocar em descr\u00e9dito o valor dos suplementos vitam\u00ednicos.\u00b9-\u00b3<\/p>\n\n\n\n<p>Em um dos estudos, os participantes receberam polivitam\u00ednicos sem garantia de qualidade ou em doses terap\u00eauticas inadequadas. As taxas de ades\u00e3o e de abandono ao tratamento foram decepcionantes em todos os estudos. No entanto, as fontes convencionais est\u00e3o usando esses estudos falhos para condenar os multivitam\u00ednicos.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro estudo, que utilizou suplementa\u00e7\u00e3o vitam\u00ednica de baixa dosagem, analisou os efeitos cognitivos em idosos do sexo masculino\u00b2 e, n\u00e3o surpreendentemente, as conclus\u00f5es questionaram os benef\u00edcios dos polivitam\u00ednicos para a cogni\u00e7\u00e3o. No segundo estudo, os indiv\u00edduos com hist\u00f3rico de infarto tiveram seus par\u00e2metros para risco cardiovascular avaliados e monitorados por cerca de 4,5 anos, recebendo, concomitantemente, um suplemento polivitam\u00ednico ou placebo.\u00b9<\/p>\n\n\n\n<p>Embora apresente falhas no desenho e metodologia, ainda assim o estudo revelou evid\u00eancias ben\u00e9ficas na associa\u00e7\u00e3o entre polivitam\u00ednicos e risco cardiovascular. No entanto, os pesquisadores que desenvolveram o estudo ignoraram os apontamentos que ofereceram prote\u00e7\u00e3o ao sistema cardiovascular, questionando os benef\u00edcios desse tipo de tratamento \u2013 equ\u00edvocos que n\u00e3o est\u00e3o sendo discutidos nos meios de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>T\u00f3picos relacionados ao estudo da fun\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crit\u00e9rios inadequados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Indiv\u00edduos que ingeriram o suplemento em apenas 2\/3 do per\u00edodo do estudo foram inclu\u00eddos, ou seja, mesmo que ficassem 4 meses durante o ano sem a suplementa\u00e7\u00e3o, esses participantes fariam parte das estat\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Question\u00e1rio baseado na mem\u00f3ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez por ano, os participantes eram convocados a relatar como estava seu tratamento. Esta abordagem, baseada na mem\u00f3ria, tende a ser tendenciosa, uma vez que estudos mais rigorosos, entre outros m\u00e9todos, solicitam aos participantes que tragam consigo a quantidade de produto n\u00e3o utilizada para ser quantificada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Baixa dosagem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O suplemento utilizado na pesquisa apresentava concentra\u00e7\u00f5es inadequadas de nutrientes, bastando observar a pequena quantia de vitamina C (60 mg), de vitamina B12 (25 mcg) e sel\u00eanio (20 mcg).<\/p>\n\n\n\n<p>Pessoas que buscam a sa\u00fade e que sejam conscientes com as necessidades nutricionais para fins terap\u00eauticos sabem que as doses acima s\u00e3o improv\u00e1veis de oferecer benef\u00edcios consider\u00e1veis \u00e0 sa\u00fade, al\u00e9m de ser ressaltado pelos pr\u00f3prios autores que \u201cdoses de vitaminas podem ser muito baixas\u2026\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Benef\u00edcios Cognitivos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s 2,5 anos de tratamento com baixa dosagem, houve uma melhora na fun\u00e7\u00e3o cognitiva dos participantes comparada aos controles, embora sem signific\u00e2ncia estat\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nutrientes X Fun\u00e7\u00e3o Cognitiva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As vitaminas B6, B12 e o \u00e1cido f\u00f3lico s\u00e3o importantes para as rea\u00e7\u00f5es de metila\u00e7\u00e3o e a defici\u00eancia desses nutrientes est\u00e1 associada ao comprometimento grave da fun\u00e7\u00e3o cerebral.\u2075 Foi visto que homens e mulheres com transtorno cognitivo leve suplementados com vitaminas B6, B12 e \u00e1cido f\u00f3lico por 24 meses apresentaram 29% menos atrofia do c\u00e9rebro e resultados dos testes cognitivos mais elevados, em compara\u00e7\u00e3o com aqueles que receberam placebo.\u2076<br>Diversos estudos implicam o estresse oxidativo em patologias de comprometimento cognitivo leve e na doen\u00e7a de Alzheimer,\u2077\u2013\u2079 e as vitaminas antioxidantes como C, E e betacaroteno aparecem como protetores cerebrais contra os danos oxidativos.\u00b9\u2070<\/p>\n\n\n\n<p>As evid\u00eancias apontam a\u00e7\u00f5es da vitamina A sobre a fisiologia e comportamento do c\u00e9rebro em adulto. Um exemplo \u00e9 um metab\u00f3lito da vitamina A, o \u00e1cido retinoico, que sinaliza a regula\u00e7\u00e3o do crescimento da c\u00e9lula nervosa e do nervo, e a plasticidade sin\u00e1ptica.\u00b9\u00b9<\/p>\n\n\n\n<p>Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado, envolvendo mais de 200 indiv\u00edduos saud\u00e1veis com 50 anos em m\u00e9dia, foram divididos aleatoriamente em dois grupos que receberam vitaminas ou placebo e ent\u00e3o foram avaliados para a fun\u00e7\u00e3o cognitiva. Durante os desafios cognitivos propostos, aqueles que ingeriram maior quantidade de nutrientes mostraram-se menos fatigados, al\u00e9m de serem mais r\u00e1pidos e precisos na resolu\u00e7\u00e3o dos mesmos.\u00b9\u00b2<\/p>\n\n\n\n<p>Outro estudo duplo-cego, controle-placebo, publicado em 2012 por pesquisadores australianos, administrou polivitam\u00ednicos em homens com idades entre 50 a 74 anos durante 8 semanas. Os autores notaram que a suplementa\u00e7\u00e3o melhorou significativamente alguns aspectos da mem\u00f3ria e conclu\u00edram que \u201ca suplementa\u00e7\u00e3o relativamente de curto prazo pode prevenir [\u2026] fatores de risco para o decl\u00ednio cognitivo.\u201d\u00b9\u00b3<\/p>\n\n\n\n<p><strong>T\u00f3picos relacionados ao estudo sobre altera\u00e7\u00f5es cardiovasculares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Baixa ades\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando estudado os par\u00e2metros de risco cardiovascular, 46% dos indiv\u00edduos abandonaram o tratamento durante o estudo \u2013 porcentagem consideravelmente alta. Para gerar uma an\u00e1lise eficaz, h\u00e1 de se recorrer a um n\u00famero aceit\u00e1vel de participantes que sigam o tratamento do in\u00edcio ao fim. Para membros da <em>Life Extension\u00ae<\/em>, \u201c\u2026\u00e9 surpreendente que os editores da Annals of Internal Medicine permitissem que esta pesquisa metodologicamente falha fosse publicada.<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que benef\u00edcios para a sa\u00fade n\u00e3o s\u00e3o adquiridos casualmente ou com tratamentos intermitentes, e sim devido a um esfor\u00e7o ao longo da vida que requer qualidade e regularidade dos suplementos nutricionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estudo minimiza os efeitos dos polivitam\u00ednicos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dois participantes inclu\u00eddos na pesquisa e suplementados tiveram eventos cardiovasculares reduzidos, embora sem signific\u00e2ncia estat\u00edstica. Esse efeito normalmente \u00e9 maior quando a dura\u00e7\u00e3o do tratamento \u00e9 superior a 4 anos e meio. Apesar de concluir que os polivitam\u00ednicos n\u00e3o protegem contra altera\u00e7\u00f5es cardiovasculares, os pr\u00f3prios pesquisadores encontraram uma redu\u00e7\u00e3o de 11% em seu endpoint prim\u00e1rio. Al\u00e9m disso, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 18% no endpoint secund\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Intervalo de Confian\u00e7a (IC) alto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma importante parte em um desenho de estudo envolve a defini\u00e7\u00e3o de um intervalo que considere os resultados estat\u00edsticos relevantes ou n\u00e3o. Neste estudo, os autores projetaram uma redu\u00e7\u00e3o de 25% no risco cardiovascular. Isso significa que para o tratamento apresentar-se eficaz, a interven\u00e7\u00e3o teria que eliminar 1 em cada 4 resultados para as altera\u00e7\u00f5es cardiovasculares \u2013 taxa considerada alt\u00edssima e que pressup\u00f5e que os polivitam\u00ednicos n\u00e3o dariam nenhuma vantagem desde o in\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Grupo suplementado apresentava mais pacientes diab\u00e9ticos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Diabetes mellitus \u00e9 um dos mais fortes fatores de risco conhecidos para a doen\u00e7a cardiovascular. Portanto, \u00e9 extremamente importante que qualquer estudo certifique-se de que todos os participantes tenham taxas basais de glicose semelhantes. Se houver n\u00edveis alterados e muito diferentes entre si, o grupo com maior frequ\u00eancia de diabetes ter\u00e1 maior risco cardiovascular.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Baixas doses de vitaminas D e B12<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora os pesquisadores tenham se referido ao polivitam\u00ednico como \u201cmuito eficaz\u201d, um dos componentes mais importantes para a sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o era praticamente ausente da f\u00f3rmula.\u00b9\u2074 No estudo, a vitamina D estava em uma dosagem de 100 UI. Para a manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de 25(OH)D entre 50 a 80 ng\/mL, a comunidade m\u00e9dica atualmente defende o uso di\u00e1rio de 2000 UI de vitamina D ao dia.<\/p>\n\n\n\n<p>O outro nutriente pouco disponibilizado foi a vitamina B12 (100 mcg). Esta \u00e9 fundamental para reduzir os n\u00edveis do amino\u00e1cido homociste\u00edna na corrente sangu\u00ednea, o qual est\u00e1 associado com o risco cardiovascular.\u00b9\u2075 M\u00e9dicos consideram que n\u00edveis entre 300 a 600 mcg de vitamina B12 s\u00e3o necess\u00e1rios para manter os n\u00edveis de homociste\u00edna ideais (8 \u03bcmol\/L).\u00b9\u2076<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Negligenciada a import\u00e2ncia do gama-tocoferol<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto a forma alfa-tocoferol da vitamina E foi inclu\u00edda na f\u00f3rmula utilizada no estudo, a forma gama-tocoferol n\u00e3o o foi. Evid\u00eancias mostram que, na aus\u00eancia de gama-tocoferol, o alfa-tocoferol pode n\u00e3o proporcionar uma prote\u00e7\u00e3o cardiovascular significativa, al\u00e9m de reduzir os n\u00edveis pr\u00e9-existentes de gama-tocoferol.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Editorial minimiza os benef\u00edcios pesquisados de vitaminas e minerais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar das opini\u00f5es apresentadas pelos autores do editorial, outras pesquisas mostraram que os polivitam\u00ednicos protegem contra o c\u00e2ncer e doen\u00e7as cardiovasculares.\u00b2\u2076,\u00b2\u2077<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com base em uma an\u00e1lise desses estudos e \u00e0s pesquisas existentes, a <em>Life Extension\u00ae<\/em> continua a recomenda\u00e7\u00e3o da suplementa\u00e7\u00e3o de um polivitam\u00ednico de alta qualidade, contendo doses fisiol\u00f3gicas de uma ampla gama de vitaminas e minerais, bem como doses maiores de \u00f4mega 3, vitamina D, curcumina, coenzima Q10, PQQ, carnosina, \u00e1cido lipoico, entre outros nutrientes e horm\u00f4nios que desempenham um papel crucial na manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade.\u201d<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Lamas GA, Boineau R, Goertz C, et al. Oral high-dose multivitamins and minerals after myocardial infarction. Ann Intern Med. 2013;159(12).<\/li>\n\n\n\n<li>Grodstein F, O\u2019Brien J, Kang JH, et al. Long-term multivitamin supplementation and cognitive function in men: The Physicians\u2019 Health Study II. Ann Intern Med. 2013;159(12).<\/li>\n\n\n\n<li>Guallar E, Stranges S, Mulrow C, Appel LJ. Enough is enough: stop wasting money on vitamin and mineral supplements. Ann Intern Med. 2013;159(12):850\u2013852.<\/li>\n\n\n\n<li>Bowling A. Mode of questionnaire administration can have serious effects on data quality. J Public Health (Oxf). 2005 Sep;27(3):281\u2013291.<\/li>\n\n\n\n<li>Selhub J, Bagley LC, Miller J, Rosenberg IH. B vitamins, homocysteine, and neurocognitive function in the elderly. Am J Clin Nutr. 2000 Feb;71(2 Suppl):614S\u2013620S.<\/li>\n\n\n\n<li>Smith AD, Smith SM, de Jager CA, et al. 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